FOTO POEMA

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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Eu, caos.

Por hora,
uma poesia seca,
sem muito efeito,
extraída da noite,
que sofre de insônia.

O baton pensa que é noite de festa,
mas a roupa que veste é o longo,
longo frio da solidão.

Não inventaram ainda,
um corretivo às pálpebras
que eliminem lágrimas.

O rosa pálido dos lábios,
diz que é bom ouvir música nessas horas.
Mas as mãos, não alcançam o botão.

Escrevem automàticamente,
uma poesia sêca, com um final,
razoàvelmente feliz.

É que só quem ama,
trata de questões melindrosas.
Só quem ama,
repete erros assim.

Cecília Fidelli.
Do livro: Poemas de amor, sem dor.

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