FOTO POEMA

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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

MANOS E MINAS.

Caçadores tímidos e solitários
A estação é abundante.
Mas às vezes vem de um jardim cheio de espinhos.
Procura sem fim, numa juventude livre.
Livre de proibições.
Encarcerada na acolhida do mundo,
perigoso, vasto...
Muitos atrativos aproximam os jovens,
na ânsia de se alimentarem de emoções tôscas.
Extravagâncias, drogas infelizmente sem rock and roll.
Condições que não percebem o quanto são desfavoráveis.
Novas gerações, que se misturam para no fundo, no fundo,
apenas encontrarem um par, sem casamento.
Voam, experimentam, vivem externamente, sem paz.
Tentações de toda ordem.
Consumismo fazendo trabalho extra.
Eles ainda estão saindo das fraldas.
Eles, ainda, estão saindo das fraldas.
Só querem brilhar.
Entretanto não brilham.
Estão sendo atraídos.
Agarram oportunidades,
mas, não armazenam provisões.
Que mundo é esse?
Que mundo é esse que proporciona tantos deslumbres,
e que promove tantas desilusões?

Cecília Fidelli

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