FOTO POEMA

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sexta-feira, 29 de junho de 2012

O MISTÉRIO DO LOBO- CAPÍTULO 22

Capítulo 22

- E o lobo mordeu a baronesa no braço, não me pergunte como, mas mordeu e a maldição dos lobisomens começou sinhozinho!- Caio ficou assustado com aquela história, a baronesa mereceu tal castigo, mas será que essa história era verdadeira?
Caio resolveu que não faria mais perguntas por aquela noite e se recolheu. Teve um pesadelo terrível em que a baronesa aparecia pra lhe dizer alguma coisa:- Cuidado com ele!- Caio olhava pra trás e via um lobo, só que seu rosto era metade homem, mas ele não conseguia ver quem era, teve a sensação de que lhe era familiar, acordou suando e assustado:- Será que é ele?-

Continua...

O MISTÉRIO DO LOBO- CAPÍTULO 20 E 21

Capítulo 20

- Quem é o senhor?
- Carma moço, o sinhô carece de ajuda!
O homem era velho e tinha os poucos cabelos que ainda lhe restavam brancos, parecendo um algodão.
Era negro, Caio já ouvira falar de um velho escravo que vivia nas montanhas, seria ele?- Quem é o senhor?- Vassunce carece de um pano pra se cobrir moço, aqui em cima faz muito frio!- O ermitão como era conhecido morava por ali há muitos anos, era escravo e fugira ninguém nunca o encontrou, devia ter quase uns cem anos, era um sábio e muitos na antiga aldeia, agora vila acreditavam que ele podia fazer milagres e curar pessoas, pois sabia fazer remédios caseiros melhor que ninguém. Caio ganhou roupas do ermitão e aceitou ser seu hóspede naquele casebre coberto de palha e feito de barro do homem. A noite o velho acendeu uma fogueira e os dois conversaram:- O senhor mora há muitos anos por aqui?- Tanto tempo que nem lembro mais!- Conhece por acaso aquele castelo em ruínas que fica para o lado esquerdo daqui?- O velho escravo acendeu o cachimbo e riu, um riso matreiro que revelou os dentes podres naquela sua boca murcha de velho:´- Vassuncê nunca ouviu falar da baronesa e do barão Bórgia?- Não o senhor podia me contar?- Pois eu já fui um escravo daqueles dois...

Voltando no tempo...
A história dos Bórgia

A história da baronesa era antiga e apenas algumas pessoas mais velhas a conheciam e sabiam o que se passara naquele castelo amaldiçoado nas montanhas.
Alicia Tudor era apenas uma menina de 12 anos quando foi acertado seu casamento com o Barão Henrique Bórgia da Áustria, ela nem sabia o que era casar mas foi obrigada a acertar o acordo feito entre os seus pais nobres e a família do barão, em troca de prestígio e poder o general Karl Tudor seu pai entregou a filha aquele homem de 50 anos, mais ou menos. Depois do casamento o barão mudou-se para as terras do novo continente se encantou pelas maravilhas tropicais do Brasil, em suas terras ele e Alicia, ali ele construiu a custo dos seus escravos aquele castelo onde a pobre menina teve sua noite de núpcias.
O barão se aproximou dela com carícias:- Já está pronta meu amor?- Para que?- Não seja tola tire as roupas menina!-A pobre coitada foi brutalmente violentada, tentou escapar e acabou sendo espancada por aquele homem terrível, aquela noite a deixou traumatizada e a partir daí Alicia começou a perder o juízo, depois de se satisfazer roncou feito um porco, ela chorava baixinho de ódio, medo e nojo daquela criatura, passou então a elaborar seu plano de vingança.
Aos 14 anos a baronesa conheceu um escravo e começou a dormir com ele quase todas as noites que o barão não estava em casa o barão descobriu e resolveu castigá-lo surrando-o até a morte na frente dela, mas a baronesa teve muitos outros homens tornando-se uma devassa, mesmo com ódio profundo daquele homem fazia amor com ele se entregava aos prazeres da carne a ponto de pedir que ele lhe ensinasse seus métodos de tortura. Alícia passou a torturar e matar as moças pobres escravas, chicoteando-as e no auge da sua loucura chegou a banhar-se no sangue delas, acreditava que assim sua pele ficaria mais saudável e ela mais jovem, os escravos passaram a odiá-la.
Continua...


Capítulo 21

- Então passaram a cuidar pra que a véia bruxa morresse, He, He, He!- Caio estava cada vez mais interessado na história:- Conte mais ermitão!- O sinhô quer um trago?- Não, só quero que o senhor continue a história, por favor!- Bem, adispois numa noite de lua cheia os escravo fizeram um ritual de magia das braba, lá dos nosso orixá africano e a bruxa foi amardiçoada, a mardita foi condenada a virar lobo toda noite de lua!-

Voltando no tempo...

“ Numa noite de lua cheia os escravos saíram da senzala e se refugiaram nas imediações da propriedade dos barões e fizeram um ritual de magia negra invocando os antigos deuses africanos, sacrificaram um bode e colocaram em volta dele velas negras, um lobo selvagem e faminto comeu a carne do lobo.”
Continua...


O MISTÉRIO DO LOBO- CAPÍTULO 18

Capítulo 18

As roupas rasgadas ao lado do corpo estraçalhado de Frederico Weber eram do médico Dr. Caio. Miguel reconheceu-as de imediato, e o chapéu foi reconhecido pelo taverneiro português:- Eu não disse? São as roupas do “doutorzinho’”, não avisei que ele era perigoso? Escutem todos vocês, essa noite vamos até a casa dele e faremos justiça com as próprias mãos!- Sim!-
Todos os moradores da vila juntos e com tochas acesas liderados por Miguel Figueroa foram a casa do médico a noite .Elizandra correu assustada para ver o que estava acontecendo:- Entregue-o para nós por bem ou por mal sua negra!- Mas ele não está sinhô!- -Sua mentirosa, saia da frente, vamos procurá-lo, vasculhem tudo!- Miguel e os outros empurraram Elizandra e entraram com tudo na casa, reviraram tudo, todos os cômodos e nada encontraram:- Viram? Acharam o sinhozinho?- Cale-se sua... – Cale-se o senhor, Miguel Figueroa, viemos atrás do médico por sua causa e não o encontramos, deixe a pobre mulher em paz, vamos deixar a busca para amanhã!- Miguel saiu bufando de ódio, Elizandra pôde ouvir os pensamentos malignos daquele homem, assim como podia ouvir os de Caio e sabia que agora seu amo estava a salvo onde quer que ele esteja.



Capítulo 19


Quando acordou não conseguia se lembrar de como fora parar ali, ao olhar para o lado se assustou com o corpo desfigurado de Frederico Weber, tocou no que parecia ser a mão e se sujou de sangue, ouviu algo, era a voz de Elizandra em seu pensamento:- “ Onde o senhor está?”- Preciso de ajuda, estou na floresta e acho que fiz besteira!- Ela saiu de casa apressada e encontrou seu patrão numa situação desesperadora:- Meu Deus doutor! Caio estava nu da cintura pra cima, seu casaco havia desaparecido e estava com sangue nas mãos e na boca:- O que farei Eli? Esse é o pianista Weber todos devem estar procurando ele e eu o matei!- Não, o senhor não fez isso, escute meu amo, fuja para as montanhas, aproveite o clarão do luar e corra o mais rápido que puder!- Mas Eli!- Ouça o que te digo menino, o sinhô tem que acreditar nessa preta velha que te criou!- Sim, eu posso confiar!-
Caio correu em direção as montanhas, o que aconteceu depois com Elizandra nós já sabemos.
O médico fugiu correndo e enquanto se isolava nas montanhas Miguel e os outros estavam frustrados por não encontra-lo , andou a esmo pela floresta, subindo aos poucos a íngreme montanha que ficava quase nos limites da vila, lá ele descansou por uma noite e quando acordou levou um susto, havia um homem velho ao seu lado com um cajado.


terça-feira, 26 de junho de 2012

Drogas. Vamos ficar fora.

 Neste dia 26
 a Organização das Nações Unidas (ONU),
 determinou
 como o Dia Internacional de Combate às Drogas.
 A primeira conferência sobre o assunto
 foi convocada pela ONU em fevereiro de 1990,
 firmando de 1991 a 2000,
 como anos internacionais de combate às drogas.

O uso de drogas
 é um fenômeno mundial que precisa ser discutido
 nacional e internacionalmente.
 Uma das formas mais importantes de prevenir
 o uso de drogas é a informação.
 É preciso saber sobre os riscos do abuso
 dessas substâncias.
 Por alterar o nível de consciência,
 o uso pode levar a práticas arriscadas,
 como sexo sem preservativo ou compartilhamento
 de seringas e outros materiais
 que podem transmitir doenças
 como o HIV/AIDS e a hepatite.
 O uso de drogas lícitas ou ilícitas
 pode ampliar as vulnerabilidades pessoais.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Do amanhã só Deus sabe.

Não sabemos
onde será nossa próxima parada.
Pode ser num cafèzinho,
numa reverência,
ou num monte de lixo.
Não importa.
Tudo passa
porque a esperança é que dá fim
 às ervas daninhas.

Cecília Fidelli.

sábado, 9 de junho de 2012

Difíceis Provas

Madrugada fria,
rústica,
apesar da trégua
da chuva tortura.
É a força da estação.
Ruas sombrias ...
A vida é assim.
De vez em quando
dá passagem
a esses ventos densos,
visìvelmente contrariados.
Mas,
quando a gente menos espera,
o vento se vai.
Eu diria mesmo,
que precisamos
de sopros assim.

Cecília Fidelli.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Desejo

Preciso
de
uma
poesia
precisa,
detalhada,
indicando
e
disponibilizando
utopias.
Uma
poesia
bonita.
Bonita,
não.
Fantástica!
Escrita
por
um
poeta
louco,
com
conhecimento
de
causa.

Cecília Fidelli.
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