FOTO POEMA

FOTO POEMA

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Imperdível.

BIBLIOTECA MUNICIPAL
POETA PAULO BOMFIM.

Rua Cunha Moreira, 71 - Centro
11.740-000 - Itanhaém - SP
Fone: (13) 3426-1477

Blog: bibliotecaitanhaem.blogspot.com
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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Ambientalistas?



"Na fila do supermercado o caixa diz uma senhora idosa que deveria trazer
suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não
eram amigáveis ao meio ambiente. A senhora pediu desculpas e disse: ?Não
havia essa onda verde no meu tempo.?

O empregado respondeu: "Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha
senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente."

"Você está certo", responde a velha senhora, nossa geração não se preocupou
adequadamente com o meio ambiente.

Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram
devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas
e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas,
usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.

Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos
as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios.
Caminhamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de
potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.

Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até
então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas
descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas
máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente
secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido
de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.

Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias.
Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em
cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do
tamanho de um estádio; que depois será descartado como?

Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas
elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil
para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha
ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.

Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama,
era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era
extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também
funcionam a eletricidade.

Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente.
Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar
copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas:
recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra.
Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos
'descartáveis' e poluentes só porque a lámina ficou sem corte.

Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas
tomavam o bonde ou de ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé
para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas.
Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada
parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um
GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só
para encontrar a pizzaria mais próxima.

Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas
não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?

- Desconhecemos a autoria -

Procede?


Amadurecer
é abdicar de tudo
que parecia
fazer sentido.
Tudo que faz mal
ao coração.

Cecília Fidelli.

sábado, 18 de fevereiro de 2012

A mulher madura não pega. Toca.

Não provoca, já é PROVOCANTE.
Não é apenas inteligente, é SÁBIA.
Não se insinua, mostra o CAMINHO sutilmente.
Não se precipita, espera o MOMENTO CERTO
Não voa, FLUTUA.
Não pensa em quantidade, prefere QUALIDADE.
Não olha, OBSERVA.
Não anda, CAMINHA.
Não dorme, ADORMECE.
Não é pretensiosa, simplesmente se GOSTA.
Não julga, ANALISA.
Não compara, ASSIMILA.
Não consola, ACALENTA.
Não acorda, DESPERTA.
Não coloca algemas, deixa LIVRE.
Não enfeitiça, ENCANTA.
Não é decidida, apenas sabe O QUE QUER.
Não é exigente, é SELETIVA.
Não se lamenta, tenta fazer DIFERENTE.
Não tem medo, tem RECEIOS.
Não faz juras, deixa por conta do TEMPO.
Não tira conclusões, faz SUPOSIÇÕES.
"Não desce do salto”, tem “JOGO DE CINTURA”.
Não brilha apenas, é ILUMINADA.
Não gosta de ser vigiada, prefere ser ESCOLTADA.
Não é moderna, é ELEGANTE.
Não quer ser cobiçada, prefere ser DESEJADA.

Ela não gosta.
Ama.

- Desconhecemos a autoria -

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Um poema de Roberto Piva.

Vocês estão cegos graças ao temor
olhares mortos sugando-me o sangue
não serei vossa sobremesa nesta curta
temporada no inferno
eu quero que seus rostos cantem
eu quero que seus corações explodam em
línguas de fogo
meu silêncio é um galope de búfalos
meu amor cometa nômade de
riso indomável
façam seus orifícios cantarem o hino
á estrela da manhã
torres & cabanas onde foi flechado o
arco-íris
eu abandonei o passado a esperança
a memória o vazio da década de 70
sou um navio lançado ao
alto-mar das futuras
combinações

(Livro ’20 poemas com Brócoli,
1981- Massao Ohno-Roswitha)

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Contato Restrito

Conto com sonhos sofridos,
relembrando
seus olhos verdes perdidos.
Alucinados gritos em meio
a sorrisos tão esquecidos.
Fala comigo.
Pelo menos mais uma vez.
Ah!
Se o mundo acabasse agora...
Já estou mesmo
vivendo por viver.

Cecília Fidelli.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Maria, Carnaval e Cinzas.

Maria, Carnaval e cinzas.

Nasceu Maria, quando a folia
Perdia a noite, ganhava o dia
Foi fantasia seu enxoval
Nasceu Maria no Carnaval
E não lhe chamaram assim
Como tantas Marias de santas
Marias de flor, seria Maria
Maria somente, Maria semente
De samba e de amor
Não era noite não era dia
Só madrugada, só fantasia
Só morro e samba
Viva Maria
Quem sabe a sorte
Lhe sorriria e um dia viria
De porta-estandarte
Sambando com arte
Puxando cordões e em plena
Folia de certo estaria
Nos olhos e sonhos de mil
Foliões
Morreu Maria quando a folia
Na quarta feira também morria
E foi de cinzas seu enxoval
Viveu apenas um Carnaval
Que fosse chamada
Então como tantas
Marias de santas
Marias de flor, em vez de Maria
Maria somente, Maria semente
De samba e de dor
Não era noite, não era dia
Somente restos de fantasia
Somente cinzas, pobre Maria
Jamais a vida lhe sorriria
E nunca viria de
Porta-estandarte
Sambando com arte
Puxando cordões
E não estaria em plena folia
Nos olhos e sonhos
De mil foliões.

Compositor:
- Luíz Carlos Paraná.
♪♪ ♪♪ ♪♪

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

"Ovelha Negra".


Ela desafia os seus pais
e só chega em casa fora de hora.
Fuma tanto feito uma caipora,
se embreaga e dá tanto vexame
e depois chora.
Com qualquer homem ela sai,
vai embora.
Ela é tão louca
e tão desaforada
e no outro dia
quando lhe conto o que ela fez
na noite passada, ela só dá gargalhadas.
Às vezes ela conta o seu passado
e fala dos seus ex-namorados.
Angela, o mundo é dagente.
Pega o violão e vamos em frente.
Ela tem o corpo cheio de tatuagem,
diz que a vida é curta
e amar sem ser amado é bobagem.
Ela só chega em casa
quando amanhece o dia,
cai na cama.
A noite, cai na boemia.
Seus amigos são, os franelinhas,
os bêbados,
os poetas,
os viciados
e todos que se estão ao seu lado.

Paulo Sérgio.
- O poeta da noite -

(Tudo que sei fazer pra desabafar
sobre essa violência brutal,
é escrever e escrever).

Por: Fernando Anitelli

"De ontem em diante
serei o que sou no instante agora.
Onde ontem, hoje e amanhã
são a mesma coisa.
Sem a idéia ilusória de que o dia,
a noite e a madrugada
são coisas distintas
Separadas
pelo canto de um galo velho.
Eu apóstolo contigo
que não sabes do evangelho.
Do versículo e da profecia.
Quem surgiu primeiro?
O antes, o outrora, a noite ou o dia?
Minha vida inteira é meu dia inteiro.
Meus dilúvios imaginários
ainda faço no chuveiro!
Minha mochila de lanches?
É minha marmita
requentada em banho Maria!
Minha mamadeira de leite em pó,
é cerveja gelada na padaria.
Meu banho no tanque?
É lavar carro com mangueira.
E se antes um pedaço de maçã...
Hoje quero a fruta inteira
E da fruta tiro a polpa...
da puta tiro a roupa.
Da luta não me retiro.
Me atiro do alto
e que me atirem no peito.
Da luta não me retiro.
Todo dia de manhã
é nostalgia das besteiras
que fizemos ontem."

sábado, 11 de fevereiro de 2012

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Presente de Arady Meirelys - Formatação: Rô Carraro !!!

(Fotos: Cecília Fidelli e Arady Meirelys).

Muito obrigado amigas.
Jamis esqueceremos o carinho.

Thiago guimarães
(Gerenciador do Pavê Poesia),
e
Cecília Fidelli
(Colaboradora).

Doe Palavras.

...http://www.doepalavras.com.br/
Doe um pouco de amor.
Doe palavras.

Rastros na Praia.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Fanzineiros do Século Passado - Capítulo 1.

http://vimeo.com/19998552
Thiago Guimarães e eu
recomendamos.
DOCUMENTÁRIO.
Produzido por Márcio Sno,
amigo de longa data.
Super bem feito,
super bem produzido,
pra toda galera
do Underground Brasileiro
e pra quem tem curiosidade
em conhecer um pouco
(ou muito?),
do mundo dos Fanzines
e
Alternativos Culturais.
Valores que não morrem jamais.

Cecília Fidelli.

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TEXTO E ARTE: THIAGO GUIMARÃES MANO CRIADO POR THIAGO GUIMARÃES

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