FOTO POEMA

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sábado, 26 de fevereiro de 2011

Desencanto


Eu faço versos como quem chora
De desalento , de desencanto
Fecha meu livro se por agora
Não tens motivo algum de pranto


Meu verso é sangue , volúpia ardente
Tristeza esparsa , remorso vão
Dói-me nas veias amargo e quente
Cai gota à gota do coração.


E nesses versos de angústia rouca
Assim dos lábios a vida corre
Deixando um acre sabor na boca


Eu faço versos como quem morre.
(Manuel Bandeira)

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