FOTO POEMA

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sábado, 30 de abril de 2011

Maio - Mês da Mães.

Lago de lágrimas.

Namorido

RESUMINDO 2

Alguma novidade? o mundo continua violento não é? e agora tá na moda mães inconsequentes que abandonam filhos em latas de lixo, caçambas de entulho, hospitais etc... aí eu me pergunto não existe preservativo não? pois é enquanto uns abandonam outros cuidam com prazer, nós pais de verdade pensamos assim. Meninas, mulheres e moças pensem antes de fazer, mas mudando um pouco de assunto só se fala nesse bendito casamento do príncipe não é? o povo quer ver conto de fadas a qualquer custo eita povo sonhador, mas é bom, quero ver na nossa vida real do dia-a-dia, meu conto de fadas é a minha família meus amores Matheus e Mis minha esposa, enquanto isso a casa branca tenta dar um jeito naquele ditador kadaffffffff! das quantas. É isso aí pessoal, mais um resumindo do mês, nos encontramos qualquer hora!!!!!!!!!

THIAGO GUIMARÃES

Dia do Trabalho

O hipócrita.



É antitabagista, mas fuma maconha.
Só bebe descafeinado, Coca-Cola e cocaína.
É contra o aborto, mas chuta engraxate.
É contra a violência, mas não no cinema.
Pinga o adoçante, depois chupa um drops.
Quer o equilíbrio ecológico e dá comida aos pombos.
Ama os animais, mas odeia o homem.
Diz não aos casacos de pele e arranca o couro da empregada.
Grita liberdade e é contra a intifada.
Liberta que será também.
Cultura, ainda que enlatada.
Não é homofóbico e tem horror de quem difere.
Furta desodorantes e espanca o filho que mente.
Odeia corrupção mas se estivesse lá roubaria.
Faz o sinal de cruz-credo quando vê um mendigo.
Abaixo o terror e viva o Tomahawk.
Igualdade pouca: o seu pirão primeiro.
Viva os apoios norte-americanos e abaixo as ditaduras.


Igor Buys

http://www.facebook.com/kaskadura/ ou kaskadura666@hotmail.com

molholivre.blogspot.com

quinta-feira, 21 de abril de 2011


MAIS UM POEMA

 Esse é mais um poeta que me homenageia em versos. Me sinto honrado. Ainda mais nesse momento em que algumas pessoas apontam dedo no meu nariz me chamando de ridículo, inútil, burro e retardado. Valeu, xará.

(Por Diego EL Cabrito)

Poeta do cotidiano,
do caos,
da anarquia,
do dedo na ferida,
do underground,
da contra cultura.
do sub-imundo
poeta da poesia
poesia na sua cara,
poesia marginal,
poesia realidade,
poesia visceral,
poesia válvula de escape,
Poesia do mundo 'véi' sem porteira.
Poesia da pastelaria,
dos becos,
dos rock's,
dos bares,
das sarjetas,
dos saraus,
das cervejinhas geladas.


- Para Diego El Khouri

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Chegou a hora.


De deixar as lembranças na mala
E despachar...
De retirar as velhas fotografias,
Já vistas, reviradas e amassadas,
Desviar do canto da sala
E se possível, queimar.
Hora de escalar novas montanhas.
Retirar seu cheiro
Das minhas entranhas,
Hora de despedir,
Abrir o peito e sair,
Desmontar a mesa de espera,
Apagar essa estúpida vela,
Acender outra luz no coração,
Enfrentar o preço da solidão.
Porque amor mal resolvido,
É que como caco de vidro,
A qualquer momento,
Volta a machucar.
Agora é hora
De juntar os cacos, mas nada de colar.
Porque agora, o que quero,
É juntar tudo isso no fogo.
Quero um jarro bem novo.
E Recomeçar.

Cristina Monteiro.

Cartão Poético

Romanos 12.15

Dizem que havia um cego sentado na calçada em Paris,
com um boné aos seus pés e um pedaço de madeira que,
escrito com giz branco, dizia:
" Por favor, ajude-me, sou cego ".

Um publicitário da área de criação,
que passava em frente a ele, parou e viu umas poucas moedas no boné.
Sem pedir licença, pegou o pedaço de madeira, virou-o e escreveu uma nova mensagem.
Voltou a colocar o pedaço de madeira aos pés do cego e foi embora.

Pela tarde o publicitário novamente por ali... agora o boné do cego estava cheio de notas e moedas.

O cego reconheceu as pisadas e o perfume e lhe perguntou
se havia sido ele quem reescrevera seu cartaz,
sobretudo querendo saber o que havia escrito.

O publicitário respondeu:
"
Nada que não esteja de acordo com seu anúncio, mas, com outras palavras".
Sorriu e continuou seu caminho.

No cartaz dizia:
"Hoje é primavera em Paris e eu não posso vê-la."

Cartão Poético

Cartão Poético

Banda Colisão Social.


A banda Colisão Social, encontra neste modo de vida uma saída para o ambiente opressivo da periferia paulistana. Moradores de Cidade Tiradentes, região localizada nos extremos da zona leste, marcada pela ausência do poder público em áreas básicas para a população como saúde, transporte, educação, lazer e cultura. Seus membros desde sempre encararam a banda como um núcleo de resistência cultural e política a um ambiente opressor e violento.

Facebook
http://www.facebook.com/pages/Colis%C3%A3o-Social/141934045877619

Comunidade
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?rl=cpn&cmm=45954880

Mentiroso...

Indignação

quarta-feira, 27 de abril de 2011

terça-feira, 26 de abril de 2011

Poema dos olhos da Amanda

Ó minha amada
Que olhos os teus
São cais noturnos
Cheios de adeus
São docas mansas
Trilhando luzes
Que brilham longe
Longe dos breus...
Ó minha amada
Que olhos os teus
Quanto mistério
Nos olhos teus
Quantos saveiros
Quantos navios
Quantos naufrágios
Nos olhos teus...
Ó minha amada
Que olhos os teus
Se Deus houvera
Fizera-os Deus
Pois não os fizera
Quem não soubera
Que há muitas era
Nos olhos teus.
Ah, minha amada
De olhos ateus
Cria a esperança
Nos olhos meus
De verem um dia
O olhar mendigo
Da poesia
Nos olhos teus.


Vinícius de Moraes

Transitoriedade da vida.

"O que julgamos ser óbvio,
quase nunca o é em verdade.
O que julgamos ser verdade,
quase nunca o é em absoluto.
O que julgamos ser absoluto,
quase nunca o é para sempre.
O que julgamos ser para sempre,
quase nunca vai além do amanhã.
O que julgamos ser até amanhã,
quase nunca chega lá de fato.
Quando julgamos,quase sempre o fazemos
com nossos sentimentos e sem ter o
conhecimento de todo o contexto,
nos falta compreender o que seja
transitoriedade da vida.
Por isso,na grande maioria das vezes,
erramos.

Lídia... Made in Poland.

Vovó...

Poema para Vicente Spina. (Foto: Priscila Spina)

Esforço de anos.

Nos temporais de sua vida,
uma vitória sem tamanho.
Sofrimentos de diferentes ângulos,
com altos riscos de grandes angústias.
Como você foi forte!
Tantos anos sob o mesmo teto,
curtindo tédios,
mas enfim, a separação.
Sua pequena saiu ilesa,
saiu em segurança, linda!
Que amor tão intenso.
Sua alma, sempre satisfazendo
as maravilhosas leis eternas.
Você veio realmente, pra grandes missões.
Um pai que faz questão de ter a guarda
da filha, tem bondade demais no coração.
Drenadas as expectativas,
e livrando-se daquele fardo,
anulam-se seus karmas.
Me transborda de emoção!

Cecília Fidelli.

Batendo asas.

Avó doente...
Chama a ambulância.
Ela está muito exausta.
Anoiteceu no tempo.
Nem está mais comendo.
Agora,
vai pra longe de casa.
Muita idade.
Muita fé, muita luz,
muito amor, muita saúde.
Ela é especial.
Especial, porque nunca
vai se perder no tempo...
Vai deixar seu sorriso
pra todo mundo.
E todo mundo
vai querer isso.
Pois que seguindo seus exemplos,
também vamos deixar um sorriso
eterno, e verdadeiro pro mundo.

Cecília Fidelli.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Poema de - Cecília Fidelli

Voltou! Não me esqueceu!

Não poderíamos prever.
A saudade passou.
Não era rara.
Ela era muito dolorosa.
Entrava e saía do meu coração
de tempos em tempos...
Tinha o costume habitual
de me deixar na defensiva.
Eu ficava só imaginando cupido,
com aquela lança na mão,
pra te atingir outra vez.
Ah! Meu cabeludo, na rua,
ou nos shows, na multidão,
Você nunca se ocultava,
despertava minha emoção.
O Rock de outrora,
deixou vestígios, de uma forma
bastante maliciosa.
Você sempre esteve presente
em minha guitarra, em meu violão.
Encontros que sacudiam,
hoje de novo de sacodem.
Eu previa esperava que aqueles
acordes poderosos, o trouxessem
de volta, trazendo sonhos sólidos,
que em nossas cabeças, sempre,
sempre deram certo.
Que bom que restou muito,
que bom que restou tudo,
na mesma intensidade.
Só me importa o que vivemos,
só me importa o que estamos
vivendo, sempre sem queixas.
Ah! Meu cabeludo!
Só nós gostamos de outras coisas,
só nós temos nossos próprios sonhos.
Hoje menos coletivos.
Sublimes, propósitos mútuos,
absolutamente íntimos, muito vivos.
Nos aconchegamos finalmente sob
olhos divinos, sob as luzes do amor.

Cecília Reviragita

29 de Abril - Dia Nacional dos Fanzines.

Convite

De: Carla Soares e Celina Sossio.

Um pequenino diz à sua Mãe: "Mãe eu pintei o teu lençol com baton". A Mãe fica furiosa, bate-lhe e deixa-o inconsciente, de seguida pede-lhe "abre os olhos por favor", mas já era tarde demais, o seu pequeno coração parou de bater. A Mãe volta para o quarto e vê o que está escrito no lençol "MÃE... EU AMO-TE!"

sábado, 23 de abril de 2011

Domingo de Páscoa

Crianças da Amazônia.

             Crianças da Amazônia
Somos uma  instituição francesa regida pela “Loi 1901”, sem fins lucrativos, sem envolvimento político-partidário, sem distinção de raça ou credo e nossos projetos obedecem aos critérios do tripé socioambiental.
Nossa instituição, Association Enfants d’Amazonie – AEDA, nasceu da necessidade de  se  estabelecer na França uma plataforma para a apresentação de projetos sociais, com a finalidade de buscar apoio material e financeiro na União Européia  para a  execução de projetos voltados  ao desenvolvimento da criança e do jovem amazônida em ação conjunta com instituições brasileiras.
Os recursos que mantém nossa instituição são conseguidos por meio de subvenções, parcerias, prestações  de serviços,  doações pontuais, doações fixas (adesões de membros), doações in natura, promoções de eventos culturais, temáticos, etc.
Natureza-Homem-Economia.
Acreditamos que o ser humano só será capaz de alcançar seu  desenvolvimento por meio da educação,  da saúde,  da higiene,  da formação  para  a  geração  de renda e  do trabalho com remuneração justa, para crescer economicamente e em melhores condições sociais.
Para os anos de 2011, 2012, 2013 e 2014, estamos desenvolvendo projetos destinados às comunidades ribeirinhas de Breves, na Ilha do  Marajó – Amazônia,  esperando  alcançar cerca de 1400 famílias  e  promover a transformação social respeitando a cultura  regional, a ancestralidade indígena local  e  seus  descendentes, bem  como  as comunidades quilombolas remanescentes.
 A interação do homem com o meio ambiente deve ser feita de forma responsável, sem que o  homem perca a  consciência de suas limitações frente a natureza.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Uma brecha suficiente.

A dureza do dia-dia,
Muitas das vezes,
De tão opaca,
Faz a gente perder de vista
o tesouro a que queremos
alcançar, in vida.
Quando isso se sucede comigo,
Eu não hesito:
Volto meus olhos para dentro,
Onde lá,
Ainda que através da última gota de luz própria,
Eu vou e me reencontro com o meu sentido.
Este só estando, no máximo,
temporariamente desaparecido.

Jorge Lima
- Igarapé-Açu -
Pará - PA

Cartão Poético

terça-feira, 19 de abril de 2011

19 de Abril - Dia do Índio

Tragédias íntimas.

Namorar


Que fascínio é namorar!
Andar abraçadinhos a passear,
Beijar na boca, se acariciar,
Agradar, só por agradar.

O namoro é a maga fase
Da puberdade da relação,
É quando palmilhamos a nossa
Mais íntima e intrínseca descoberta.

É o sentimento do firmamento,
A formação da convicção
De que somos um par, ou não.
Em verdade, a corte é o tempo
E o templo da contemplação.

É o coração de porta aberta,
Como semideus da adoração,
Enfim, é a prefação da paixão

O namoro é ainda, a câmara
Que ensaia o romantismo,
Que nos checa o proceder,
Que nos revela um ao outro,
Que mostra como vamos ser:
Como vamos nos portar e
Importar com aquela a quem
Vamos amar.

O ideal seria noivar sem perder o cativar,
E casar sem perder o entusiasmar
O namoro não devia, jamais terminar.
O noivar, seria o namoro maduro,
O casar, o namoro eterno
As bodas de prata e as de ouro,
Seriam apenas, aniversários do namorar!

Antonio poeta

Cartão Poético

Divulgando

Sua rua.

A rua está deserta
Você foi embora
Agora choro saudades
De você minha amada

Você era o encanto
Que alegrava esta rua
Agora não te vejo
Que agonia!

A lua nem aparece mais
Para clarear esta rua
Até a lua está sentindo
Falta de você aqui na rua

Volte para sua rua
Rua do amor
Rua dos nossos olhares
Rua do beija-flor

Quero te ver novamente
Passeando aqui pela rua
Você encanta minha visão
E és a rainha da minha rua

Antonio Lima

O Incrédulo e Deus.

O Incrédulo nega,
Deus silencia.
O Incrédulo bate no peito,
Deus faz de conta que não vê.
O Incrédulo reclama,
Deus observa.
O Incrédulo fala palavrões,
Deus finge não escutar.
O Incrédulo duvida,
Deus espera sua hora.
O Incrédulo chora,
Deus consola.
O Incrédulo procura explicações,
Deus o faz ver o mundo.
O Incrédulo procura o caminho,
Deus traça a reta.
O Incrédulo bate à porta,
Deus abre o seu coração.
O Incrédulo pede perdão,
Deus mostra que é Pai e Amor.

Antônio Francisco Cândido

Biografia

Antônio Francisco Cândido, popularmente conhecido por Toninho, nasceu em Pouso Alegre, Minas Gerais, no dia 23 de Julho de 1968. É filho único e órfão de pai e mãe. Começou a trabalhar cedo, precisamente aos oito anos de idade como engraxate, profissão que deixou aos quinze anos, quando foi trabalhar na zona rural nas lavouras de batata, que é um dos alicerces da economia de Congonhal, cidade onde mora. Em 1999 prestou concurso para Funcionário Público Municipal na cidade de Pouso Alegre, exercendo a função de coletor de lixo por um determinado período, até que em 2001 encontrando-se de férias sofreu um acidente, ficando devido ao mesmo inapto para a função. Daí por diante trabalhou como capinador de rua, gari, auxiliar de serviços e em 2005 já com alguns trabalhos escritos para o Jornal Diário do Sapucaí (atualmente Jornal Diário), foi convidado para trabalhar no Teatro Municipal, onde se encontra até hoje.
Desde que foi trabalhar no Teatro Municipal, Toninho não só encontrou o espaço ideal para os seus trabalhos, como também fê-los crescer satisfatoriamente participando de concursos poéticos por todo o país e exterior, como aumentou suas amizades, devido estar em contato com pessoas ligadas à arte nos mais variados setores. Notoriamente, tendo seu círculo de amizades crescido, o escritor e poeta ser já reconhecido em muitos locais, cidades e estados, não perdeu a humildade, a simplicidade e a seriedade, fatores que sempre marcaram sua vida e seus trabalhos. Toninho já escreveu até o momento 400 crônicas e 300 poesias e já foi premiado em sete estados da federação: Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraíba, Bahia e Distrito Federal. Uma de suas poesias que se chama “Um Minuto” foi traduzida para o espanhol. O poeta já participou de 20 antologias. Dentre suas premiações poéticas e literárias podemos destacar: 4º Lugar no “I Concurso Internacionalizando O Jovem Escritor” em Vespasiano, Belo Horizonte, MG, com a poesia “Um Minuto”, 2006. 4º Lugar no “II Concurso de Poesias Zumbi dos Palmares” em Pouso Alegre, MG, com a poesia “Escravo”, 2009. 7º Lugar no VII Concurso virArte de Poesias em Santa Maria, RS, com a poesia “Muralhas da Solidão, 2010. 28º Lugar no Prêmio SESC de Poesia Carlos Drummond de Andrade no Distrito Federal, com a poesia “Viola, 2007. Menção Honrosa no III Concurso de Poesias Permanente de Poesias do Semi-árido do Nordeste Brasileiro na Paraíba, com a poesia “Buquê de Flores”, em 2008. Menção Honrosa no IV Concurso Nacional Permanente de Poesias do Semi-árido do Nordeste Brasileiro na Paraíba, com a poesia “Minutos”, 2009. 3º Lugar no Concurso ALPAS - XXI Associação Artística e Literária, “A Palavra do Século XXI”, em Cruz Alta, RS com a crônica “O Entusiasmo Pela Vida”, 2010. Dentre as homenagens, o escritor e poeta foi agraciado com o Certificado Talento Literário pela Câmara de Vereadores da cidade de Congonhal em 2004. Agraciado com a Medalha Zumbi dos Palmares pela Arnepa (Associação da Raça Negra de Pouso Alegre), MG, em 2009. Medalha Cruz Acadêmica pela Academia de Letras de Iguaba Grande, RJ, em 2010. Premiado com o troféu Zumbi dos Palmares pela Arnepa (Associação da Raça Negra de Pouso Alegre), MG, em 2010. Ordem do Mérito Cultural pela Prefeitura Municipal de Pouso Alegre, MG, em 2010. Antônio Francisco Cândido é Membro Correspondente da A.C.L.A.C. (Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo), RJ.

É o fim das gargalhadas.

É o fim
É o fim das gargalhadas
É o fim das gargalhadas mentirosas
É o fim da noite no qual tentávamos morrer
É o fim da Ética e dos livros de auto-ajuda
É o fim do whisky que você queria beber;

É o fim,
É o fim da histeria, da psicose e das alucinações
É o fim do pânico, da pânica e da respiração ofegante
É o fim do amargo gosto em nossa garganta
É o fim do amargo gosto de se viver
É o fim da vergonha, do ego e do alter-ego
É o fim da mesquinharia e da necessidade de ter para ser

É o fim de tudo isso

É o fim da Quadra, da "pomba", da magra, da doida, da "massa", da "lata furada" e a poesia concreta, indiscreta ...
tal qual uma dama perversa, funesta ...

... brada trovões de insatisfação, então vivemos à margem da imagem, qual um "pombo" à "pombagem", qual um "verme" à "verminagem"

Fabricio Britto e Patric Adler

http://turmadogabi-literatura.blogspot.com/

Coletânea.

Convite ao projeto literário CRISTAL DAS LETRAS

Organizar e
publicar uma antologia diferenciada, com a participação de poetas e
escritores. A obra será trabalhada com arte digital inspirada no texto
do autor e inserida sua foto

Será aberta algumas exceções a paginas diferenciadas, sobre negociação direta com a idealizadora
Valor
da adesão por pagina 100.00 (cem reais) direito a 5 livros gratuitos
podendo adquirir mais com pedidos antecipados ao fechar o contrato

Lançamento em São Paulo no Espaço Cultural Brasil Imperial
Contato pelo email e MSN adaljizacuan@hotmail.com

Cartão Poético

O Plágio.

O PLÁGIO!

O plágio é o orgasmo d'uma mente
deturpada e incompetente;
uma ereção de faz-de-conta
d'um ser incapaz e impotente...

É a ação d'um (a) idiota ignorante
que infla o ego falso e impostor
e tem um gozo de mentira
com um texto de outro autor...!

Rui E L Tavares

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Carlos Ventura

Um Homem.
Muitas palavras e um só sentimento.
Leia:                      O Verdadeiro Paraíso
Em Maio no Brasil e Europa
Você poderá
receber este livro em casa,
reservas e pedidos: producaocarlosventtura@gmail.com

Golpe do Telefone.

NOVÍSSIMO golpe do telefone - Diferente dos outros ...
Um sujeito pilantra, liga para sua casa e se identifica como Policial
(delegado). Alega estar recebendo ameaças por telefone e que o número
registrado na bina é o seu. Ele, então, sugere que sua linha foi clonada, e ACONSELHA você, a solicitar um reparo à sua operadora. E diz que vai ligar mais tarde,para saber se você fez a solicitação. Em caso afirmativo (se vc fez a reclamação à operadora), você está lascado,
porque no dia seguinte, ele estará na sua casa com uniforme e crachá da
firma operadora.. Daí em diante, você será presa fácil para ele, que
entrará em sua casa sem esforço algum.
Se receber essa ligação, não solicite o reparo e dê queixa imediatamente à Polícia.

Se
ele voltar a ligar, diga que já comunicou à polícia e que fez um BO
(boletim de ocorrencia) Repasse a todos os seus contatos, URGENTE!!!!
e comuniquem também seus familiares, vizinhos e todos que não tiveram acesso a este e-mail, se acharem conveniente!!!

domingo, 17 de abril de 2011

Lançamento

Cartão Poético

Emoção voraz.

Essa vida é mesmo surpreendente!
Um sonho se vai, outro vem mexer com a gente.
Outro laço do passado transitando pelo espaço.
Assim, o inverno íntimo vai desaparecendo por completo,
com novas antigas emoções que emergem e se desnudam.
Aquele carinho infinito volta simplesmente,
tão benigno, que parece que sempre esteve
grudado na gente, entre a gente.
Qualquer tipo de amor que se possa sentir
profundamente quando os olhos se fecham,
nos deixam extremamente sensíveis.
Meu coração é o receptor dessa circunstância.
Como esse mundo é pequeno.
Como a vida dá voltas.
O tempo é um baú secreto.
Lá do fundo trás de volta lindas aventuras,
nos envolvem... Nem pensar,
em fugir da nova loucura!

Cecília Fidelli.

Aniversário de Itanhaém.

Os amores de Thiago Guimarães - Esposa e filho.

Foto do Matheus - lindo!

Apresentando aos nossos amigos o Matheus-Filho do nosso poetamigo Thiago Guimarães - Gerenciador do Pavê Poesia.

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MANO EM: ESSE É DO BOM!

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TEXTO E ARTE: THIAGO GUIMARÃES MANO CRIADO POR THIAGO GUIMARÃES

MANO EM: ESTAÇÃO DO AMOR

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Mano texto e arte Thiago Guimarães