FOTO POEMA

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terça-feira, 3 de maio de 2011

À memória de minha mãe


Mãe, quando imaginava de querer
qualquer coisa que eu mesma não sabia
quão gostaria pudesse parecer
á inocência de minha fantasia;

quando, a choromingar, eu te rodeava,
horas a fio, assim, na minha vida,
--inda me lembro, a tua voz cantava
cantigas de ninar, mamãe querida!

E agora a quem meu Deus, hei de te pedir
talvez um pouco de felicidade,
ou qualquer coisa que me faça rir!

Eu hoje estou num mundo diferente.
Em teu lugar, apenas a saudade...
Vivo sozinha, em meio a tanta gente!

Stella Star
       

Um comentário:

  1. O que dizer eu não sei,
    diz por mim a poesia,
    que é da harmonia a lei,
    a tradução da alegria.
    ****
    È por aí mesmo, essa trovinha improvisada
    mostra-a minha surpresa e gratidão, tão infímo
    o meu soneto... diante dos seus e, dos seguidores deste "Blog" que estou sózinha aprendendo seguir...
    ( Sou pqna como um grão de areia, porem me encho de prazer e alegria em poder participar da sua "Praia", mergulhar nas ondas azuis do seu
    mar e apreciar ... êste firmamento onde acende o brilho da estrela Maior, VocÊ!!! Bjus e grata sempre, miguxa querida!!!

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