FOTO POEMA

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terça-feira, 19 de abril de 2011

É o fim das gargalhadas.

É o fim
É o fim das gargalhadas
É o fim das gargalhadas mentirosas
É o fim da noite no qual tentávamos morrer
É o fim da Ética e dos livros de auto-ajuda
É o fim do whisky que você queria beber;

É o fim,
É o fim da histeria, da psicose e das alucinações
É o fim do pânico, da pânica e da respiração ofegante
É o fim do amargo gosto em nossa garganta
É o fim do amargo gosto de se viver
É o fim da vergonha, do ego e do alter-ego
É o fim da mesquinharia e da necessidade de ter para ser

É o fim de tudo isso

É o fim da Quadra, da "pomba", da magra, da doida, da "massa", da "lata furada" e a poesia concreta, indiscreta ...
tal qual uma dama perversa, funesta ...

... brada trovões de insatisfação, então vivemos à margem da imagem, qual um "pombo" à "pombagem", qual um "verme" à "verminagem"

Fabricio Britto e Patric Adler

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