FOTO POEMA

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sábado, 16 de julho de 2011

Balada Poética.



Esta noite, um bom jantar!
Música ao vivo e dançar!
Nove, dez e meia, meia noite.
Ficar assim,
sem se perguntar por quanto tempo?
Casa superlotada e poesia no ar.
Casais que fazem parte
dessa realidade supérflua, envolvente.
Um passinho, dois passinhos.
Dois pra lá, dois pra cá.
Frequentadores assíduos da fantasia
de conquistar, intensamente.
Se extender.
Programa classe A.
Não há como resistir.
Na atmosfera, descontração e sedução.
Cada um com seu par
com sua maneira de fazer carinhos,
sem dissimular.
Vários ritmos.
Várias pegadas.
Muitos românticos profissionais.
Por alguns,
não tem como não se impressionar.
Tiradas, que ninguém esperava.
Por outros...
não tem como não se apaixonar.
Através dos olhares,
verdadeiras ultrasonografias.
Pra avaliar o coração
e verificar como o amor
está evoluindo
e no que pode melhorar ainda mais.
Expectativas.
Algumas expectativas são duvidosas.
Mas, faz bem à saúde e deve ser praticado
num número muito maior de vezes.
Sem medo.
Um dado importante, sobretudo,
nesses casos específicos são os detalhes.
Não têm riscos.
Nem pra um, nem pro outro.
É inverno, é tranquilo.
É tempo de momentos especiais.
Aproveitar os abraços,
super aconchegantes
e conversas diferentes,
sem as dramaturgias do dia-a-dia.
Tudo isso às vezes vale a pena,
até em pról de nada.
Degustar as prioridades da vida,
que não são aquelas delivery's,
mas, as captações das magias.
As que vem nos encontrar.

Cecília Fidelli.

Um comentário:

  1. Sabadão: Por nós mesmos. Pra nós mesmos,
    fica no subconsciente, quando a gente fica
    feliz com a gente. É quando a gente contamina!

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