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segunda-feira, 14 de maio de 2012

O MISTÉRIO DO LOBO - CAPÍTULO 15

A recuperação de Vitor foi rápida , ele perdera o braço esquerdo e não mais seria o mesmo, guardou rancor e sede de vingança da criatura que lhe fizera isso, alugou um quarto numa estalagem da vila, lá ele começou a pesquisar sobre os antecedentes dos moradores do local e descobriu com um dos mais antigos a história de uma baronesa que diziam as lendas virar loba nas noites de lua cheia:- Isso só pode ser lenda, não existem lubis- homens ou coisa parecida!- Mas a idéia ficou na cabeça do inspetor. Agora deixemos Vitor com suas suspeitas e voltemos a mente do nosso herói, ou não, um passarinho sobrevoa a região próxima a chácara do Dr. Caio, de lá podemos ver o médico pensativo bem no local aonde o lobo atacara o inspetor tempos atrás:- ‘’ Mas se eu atirei naquela criatura, como explicar o ocorrido na floresta?”- “ Não se atormente com isso meu filho”- Caio olhou pra trás e viu Elizandra ao seu lado:- Fazendo aquilo de novo?- A negra sorriu com seus dentes alvos e grandes, há muitos anos eles se comunicavam assim sem abrir a boca, chamavam isso de telepatia , quando ele precisava de algo ela já sabia:- Não sei mais o que fazer Eli!- Vamos pra casa meu sinhozinho, o senhor precisa descansar pois nós dois sabemos que a noite hoje vai ser longa demais!- Elizandra se referia a noite de lua cheia e Miguel Figueiroa já sabia o que fazer, colocou a capa e saiu de casa, deixou ordens para Isaura :- Talvez eu demore a chegar, tranque asFrederico Weber cansou de tocar piano, começou a tossir e sentir frio e calor ao mesmo tempo, colocou a mão na testa e viu que estava fervendo, estava febril, saiu de casa mesmo assim. O Dr. Caio também não suportou ficar em casa, colocou o casaco e o chapéu e saiu, sentia-se mal precisava refrescar a cabeça e tomou a direção da floresta, o mesmo caminho que o pianista tomou.




CAPÍTULO 16




Quando a lua atingiu seu ápice era meia-noite e o médico começou a sentir dores fortes como se os seus músculos estivessem esticando, dobrou os joelhos e gritou, ouviu-se o grito em toda vila. Frederico Weber se aproximou donde ouvira o barulho e o que viu deixou-o aterrorizado, a criatura avançou sobre o pianista, ele tentou correr, mas caiu num buraco e sua perna ficou presa, com apenas um tapa a fera rasgou sua perna ao meio, Frederico urrou de dor e começou a tossir, a criatura mordeu seu pescoço com violência arrancando o pedaço e devorou o resto, sobrando apenas as roupas rasgadas e as vísceras espalhadas pelo chão.






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