FOTO POEMA

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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

"Ovelha Negra".


Ela desafia os seus pais
e só chega em casa fora de hora.
Fuma tanto feito uma caipora,
se embreaga e dá tanto vexame
e depois chora.
Com qualquer homem ela sai,
vai embora.
Ela é tão louca
e tão desaforada
e no outro dia
quando lhe conto o que ela fez
na noite passada, ela só dá gargalhadas.
Às vezes ela conta o seu passado
e fala dos seus ex-namorados.
Angela, o mundo é dagente.
Pega o violão e vamos em frente.
Ela tem o corpo cheio de tatuagem,
diz que a vida é curta
e amar sem ser amado é bobagem.
Ela só chega em casa
quando amanhece o dia,
cai na cama.
A noite, cai na boemia.
Seus amigos são, os franelinhas,
os bêbados,
os poetas,
os viciados
e todos que se estão ao seu lado.

Paulo Sérgio.
- O poeta da noite -

(Tudo que sei fazer pra desabafar
sobre essa violência brutal,
é escrever e escrever).

2 comentários:

  1. http://pavepoesiananet.blogspot.com/2012/02/ovelha-negra.html - Copie o link Paulo e envie
    aos seus amigos pra que vejam esse belo trabalho
    publicado no Pavê Poesia.
    Só degustar, como nós degustamos.

    Cecilia Fidelli e Thiago Guimarães.

    ResponderExcluir
  2. Poeta da Noite,
    obrigado pelo poema a "Ovelha Negra".
    Você é realmente é fantatisco.

    Paulo Brito.
    - Via Orkut -

    ResponderExcluir

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