FOTO POEMA

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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Amor Livre


Em tempos de ficar,
em tempos de correria,
explicitar.
O amor é um credo à parte.
Sem mesmo refletir sobre a textura,
a gente desfruta.
Fica, com a sensação do prazer cumprido.
E eu não vou sossegar
enquanto não desvendar esse mistério.
Quero ressucitar a magia com carinho,
gentilezas,
delicadezas,
mas preparada,
inclusive,
para uma rasteira.
O meu amor me completa,
verdadeiramente.
Amor programado,
segundo escala de trabalho,
disponível nas folgas.
E eu não dou folga!
Então vem a compensação:
Adoro você!
Aliás,
profundamente sentido.
Extremamente sensível,
esse nosso bombardeio
torna-se ainda mais prazeiroso.
Arrebatada por essa paixão,
uso e abuso.
Satisfaço e me satisfaço.
Trago à tona minha boca.
Dou-me toda.
Taras...
Faço caras.
Entre as explosões
alterno beijos nos lábios,
no dorso
e descendo...
Em tempo de ficar,
é tempo de explicitar nosso amor.
Nosso credo à parte.
Só sei que fazer amor
é muito,
muito mais que gostoso!

Cecilia Fidelli.
- Do livro: Poemas de Amor, sem dor.
♡•♡• Reviragita Poesia.♡•♡•

Um comentário:

  1. Não jogue pedras, jogue palavras.

    Quem tem voz?
    Quem tem voz serena pra falar de amor?
    Quem tem voz sofrida pra falar de dor?
    Quem tem voz vulnerável pra falar do exercício de pensar?
    Quem tem voz profunda pra falar de consolo?
    Palavras podem exprimir mensagens duradouras, elevadas.
    E podem transmitir desconstruções.
    A linguagem poética é sempre nova, sempre um manifesto.
    Pode impressionar, pode intuir desafios, pode alegrar e magoar.
    Mas, abster-se das palavras, pode deixar resquícios
    de indagações permanentes do nosso tempo.
    Quem não diz o que pensa, não colabora com as deficiências.
    Manifestos, na verdade, são, um conjunto de combustíveis
    que pode capacitar, definir, cobrar, porque palavras, podem,
    infelizmente enganar, criticar desnecessàriamente, impor
    absurdos e até liderar.
    Inspirações covardes, podem culpar.
    Mas boas palavras podem unir, impulsionar.
    Expor sentimentos, contar sobre os nossos pensamentos,
    é algo bastante grande.
    Não relegue palavras ao esquecimento.
    Somos fracos, somos fortes, somos persuasivos, somos
    amargos, somos doces, somos constantes nas alegrias
    e nas aflições da vida.
    Veja, ouça, viva, grite!
    Preste um serviço.
    Não vale só murmurar.

    Cecília Fidelli.

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