FOTO POEMA

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quinta-feira, 12 de abril de 2012

PAVÊ NOVELA: O MISTÉRIO DO LOBO- CAPÍTULO 02

Depois que a noite se foi e o dia amanheceu clareando toda a floresta, um passarinho sobrevoa as arvores e vai pousar ao lado de um homem nú deitado embaixo delas, parecendo a primeira vista estar morto ele sente a bicada da pequena ave em seu cabelo e se mexe resmungando qualquer coisa , o passarinho se assusta e voa para longe. O homem acorda assustado passa a mão pelo cabelo e sente algo molhado e grudento, ao olhar para as mãos grita assustado:- Céus, isto é sangue!!!- Ao se dar conta de que seu corpo estava nu sentiu-se envergonhado e ao tocar o rosto e a boca percebeu que ambos estavam com sangue, mas não estava ferido nem sentia dor alguma, só uma dúvida o aterrorizou nesse momento: se aquele sangue todo não era dele então de quem poderia ser? Continua...

quarta-feira, 11 de abril de 2012

terça-feira, 10 de abril de 2012

A pressa recompensa.

Correndo atrás da lua,
correndo atrás do amor...
Conduta de apaixonados.
Só podia...
Só pode.
A correria mais tranquila
que eu já ví.

Cecília Fidelli.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Pensamento Positivo.

Foto de: Leonardo Chaves.


Nosso presente
já é um pretérito imperfeitíssimo.
Semeamos e usufruimos
de muita tecnologia
e sempre
renovando e aperfeiçoando,
surpreendentemente.
Tomara que enxergar o mínimo,
falo de seres humanos,
não de salários,
  falo dos mais fracos
e do amor
também se torne uma constante.

Cecília Fidelli.

sábado, 7 de abril de 2012

É crescente.


Vou fazer poesia
até o dia que perceber
que não vou mais aguentar.
Conquisto alguns corações.
Ilumino alguns abismos.
Pode acreditar nisso.
Vivo possuída por instinto,
de palavras muito claras.
E quero que saiba:
Ao mesmo tempo que consolo,
amenizo.
Ao mesmo tempo que agrido,
me alivío.

Cecília Fidelli.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

PAVÊ NOVELA: O MISTÉRIO DO LOBO- CAPÍTULO 01

Ele corria pela floresta, estava assustado e esbaforido, suava muito a lua cheia clareava a mata escura. Ele passou por buracos cheios de lama e ao olhar pra trás ouvia os passos da criatura em seu encalço, queria muito estar tendo um pesadelo, mas era muito real para ser ilusão, teve que parar e beber um pouco de água no riacho, ao ajoelhar-se sentiu o bafo quente da fera em suas costas, tentou correr mais uma vez.
Seus pés não saíram do lugar, então sentiu as presas em seu pescoço e a dor insuportável de sua pele sendo arrancada, a fera com um tapa rasgou suas entranhas e fez rolar a cabeça do seu frágil pescoço, depois a criatura debruçou-se sobre seu corpo e começou a comê-lo, depois de se fartar uivou para a lua cheia no alto das montanhas, o pobre homem não conseguiu voltar a vila aquela noite e nunca mais voltaria.

continua...

terça-feira, 3 de abril de 2012

Na madrugada...

No silêncio da madrugada,
em companhia do café
e da xícara na bandeja,
aperto minhas emoções
em cada poema.
Eles nunca falam demais.

Cecília Fidelli.

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