Cecília Fidelli:
Peneirar a vida.
Escrever um livro.
Fotos da memória
jamais amarelam.
Nas entrelinhas,
muito, muito
mais histórias...
FOTO POEMA
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Adorei esse poema!
Eu só escrevo para fazer afagos.
E porque eu tinha de encontrar um jeito
De alongar os braços e estreitar distâncias.
Rita Apoena✔
E porque eu tinha de encontrar um jeito
De alongar os braços e estreitar distâncias.
Rita Apoena✔
Fatalidades?
O ser humano cumprindo karmas,
através da força das enxurradas.
Energias cósmicas se expandem.
Mandam tsunamis do alto.
Cecília Fidelli
através da força das enxurradas.
Energias cósmicas se expandem.
Mandam tsunamis do alto.
Cecília Fidelli
Uma verdadeira homenagem...
Máscaras.
Em um dia sou Cecília,
no outro já sou Lispector.
Tenho dias de Neruda...
e noites em que sou espectro.
Sou poesia ao luar,
menina, mulher e criança.
Fases de frieza e delírios,
fases de ódio e bonança.
Como a lua modifico,
cada dia uma estação.
Vivo máscaras de vida,
pra encobrir o coração.
Regina Xavier.
no outro já sou Lispector.
Tenho dias de Neruda...
e noites em que sou espectro.
Sou poesia ao luar,
menina, mulher e criança.
Fases de frieza e delírios,
fases de ódio e bonança.
Como a lua modifico,
cada dia uma estação.
Vivo máscaras de vida,
pra encobrir o coração.
Regina Xavier.
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